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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

OPERAÇÃO BIG HERO

     Operação Big Hero é a mais nova animação da Walt Disney Pictures e a primeira experiência com personagens da Marvel Comics. Os personagens em questão são pouco conhecidos no Brasil e formam o supergrupo Big Hero 6, inspirados no mangá japonês. Por causa disso, e por ser fã dos personagens da Marvel e DC, fui ao Cinemark cheio de expectativas. Surpresa! Não me decepcionei nem um pouco.
     A história se passa na cidade de San Frantokyo, uma espécie de São Francisco (cidade americana) com toques japoneses, com as famosas ladeiras e a Golden Gate. É nessa cidade que vive o garoto prodígio Hiro Hamada, que constrói robôs para participar de lutas clandestinas.
     Sabendo de seu potencial, o irmão mais velho Tadashi dá um empurrãozinho para que o caçula se endireite, levando-o até ao laboratório onde trabalha, e apresentando-o as maravilhas tecnológicas. Mas como todo pré-heroi precisa de uma inspiração para se tornar um herói, seu irmão mais velho será a inspiração de Hiro, que o levará a criar o grupo Big Hero 6.
O carismático robô inflável Baymax
     O longa metragem apresenta a origem do grupo, integrante por integrante, tendo como destaque o carismático robô inflável como seu principal protagonista.
Stan Lee num retrato que aparece no filme como pai de um dos personagens
     Como nos filmes live-action da Marvel, Stan Lee está presente na animação, aparecendo num retrato, como pai de um dos personagens do supergrupo.
     A animação tem o padrão Disney de qualidade, então não é preciso falar mais nada, certo? Como nos filmes Marvel, não perca a cena no final do filme, então fique até o fim. Recomendadíssimo!
 
Por L. H. Hoffmann

sábado, 18 de outubro de 2014

MATANDO SAUDADES DOS THUNDERBIRDS



O clássico da infância sessentista “Thunderbirds” está de volta. De acordo com o jornal “The Guardian”, a série onde os atores eram marionetes ganhará uma nova versão pelo canal britânico ITV, em 2015, 50 anos depois de seu lançamento.
O remake, provisoriamente intitulado “Thunderbirds are go!”, titulo original da série dos anos 60, será produzido em colaboração com o estúdio de efeitos especiais Weta Workshop, da Nova Zelândia, o mesmo em que Peter Jackson produziu os longas “Senhor dos anéis” e “O Hobbit”.
Prometida e adiada desde 2011, a nova série já tem  26 episódios encomendado pela ITV e deverá ser um mix de animação e ação com bonecos.


Em 2004, "Thunderbirds" ganhou uma adaptação em live action (com atores de carne e osso) para o cinema, sendo mal recebida pela critica e pelos fãs. 
 
Gerry Anderson, o criador da série


Em dezembro do 2013, Gerry Anderson, o britânico criador da série "Thunderbirds", morreu aos 83 anos. Anderson começou sua carreira na televisão na década de 1950, criando uma série de espetáculos populares britânicos, incluindo "Stingray", de 1964, e o "Capitão Escarlate", de 1967. Sua empresa, AP Films, foi pioneira na técnica de marionetes. "Thunderbirds", seu maior sucesso, estreou em 1965 com bonecos de marionete. A série era sobre uma organização secreta que realizava missões de resgate utilizando ferramentas de alta tecnologia e veículos. Entre os personagens célebres, o ex-astronauta Jeff Tracy e o agente Lady Penelope, mas os verdadeiros protagonistas da série eram as espetaculares naves chamadas de Thunderbirds.
Para os saudosistas e fãs da serie, disponibilizamos uma reportagem sobre a série vinculada pela TOP TV. 


domingo, 6 de outubro de 2013

NOVO ROBOCOP

 
Direção: José Padilha
Gênero: Ação
Distribuidora: Sony Pictures

       Previsto para estreiar nas telas brasileiras no inicio do ano (21 de Fevereiro de 2014), o remake do filme ROBOCOP, filmada por Paul Verhoeven em 1987, tem como diretor o brasileiro José Padilha, responsável pelos elogiadíssimos ‘Ônibus 174‘ e ‘Tropa de Elite 1 e 2‘, ambos de produção nacional. Debutando em Hollywood, Padilha nos trás uma produção cujo custo atingiu um orçamento de US$ 80 milhões.
       Esse novo Robocop tem no elenco nomes de peso, como Gary Oldman e Samuel L. Jackson e trás modificações consideráveis à história original, filmada por Paul Verhoeven em 1987. A trama agora se passa em um futuro próximo, em que os Estados Unidos estão empregando robôs na linha de batalha de conflitos internacionais. Por conta da proibição do uso dos equipamentos nos EUA, um policial acidentado, vivido por Joel Kinnaman, é transformado em ciborgue. Vamos esperar para conferir se esse remake conseguirá revitalizar o personagem ou fará companhia a fracassada refilmagem d’O Vingador do Futuro.
Resenha: L. H. Hoffmann
 

sábado, 15 de junho de 2013

OS ÚLTIMOS DIAS DE KRYPTON





Titulo: Os últimos dias de Krypton
Titulo Original: The last days of the Kripton
Autor: Kevin J. Anderson
Editora: Casa da Palavra
Páginas: 464
ISBN: 9788577343614
Gênero: Literatura Fantástica Estrangeira - Ficção Científica

Chega as livrarias brasileiras a obra “Os últimos dias de Krypton”, que trás a história pré-Superman. O livro tem como personagens principais os pais de Kal-El e o maquiavélico General Zod. O leitor também irá se deparar com personagens e lugares conhecidos daqueles que acompanham as histórias do homem de aço, tais como Argo City, menção a Thanagar, referencias a cenas mostradas em Superman, o filme (1978), bem como uma história maravilhosamente desenvolvida, costurando com sucesso tudo o que vemos nas HQs do último dos Kriptonianos.
A história começa quando Jor-El descobre a “Zona Fantasma”, e segue em frente narrando seu encontro com aquela que viria a ser sua esposa e mãe de Kal-El, Lara. Durante as páginas que se seguem, Kevin nos apresenta Zod e todos os acontecimentos que os levaram a se tornar um dos maiores vilões do extinto planeta.
Outro ponto importante abrangido no livro é a causa da destruição do planeta, inicialmente criando-nos a dúvida se o sol vermelho é que teria destruído Krypton, ou o planeta já estava condenado.
Apesar da capa “pobrinha”, o livro é bem diagramado e possui os capítulos grafados em português e em Kriptoniano. São 464 página de muita diversão e com um texto bem escrito, que dificulta a gente deixar de lê-lo. RECOMENDADÍSSIMO.

Resenha: J. Modesto



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tron - O Legado




No início da década de 80 um filme estrelado por Jeff Bridges marcou a história do cinema (ou pelo menos dos fãs de ficção científica) por ser um dos primeiros a utilizar a computação gráfica em seu desenvolvimento. Cheio de cores e conceitos de realidade virtual Tron – Uma Odisséia Eletrônica entrou para o hall dos filmes cult entre os nerds e amantes da ficção científica.
Quase três décadas depois, Jeff Bridges volta ao papel do engenheiro de softwares Kevin Flynn para estrelar Tron – O Legado, dessa vez muito mais ambicioso e cheio de efeitos especiais.
O novo longa traz Garret Hedlund no papel de Sam Flynn, filho de Kevin. O jovem Sam recebe uma espécie de chamado e é levado ao mundo virtual para seguir uma pista em busca de seu pai, desaparecido há muitos anos. A trama de Tron começa realmente quando Sam entra no mundo virtual e descobre que seu pai criou uma cópia de si mesmo, chamada Clu, com o objetivo de criar o sistema perfeito. Mas (previsivelmente) Clu se torna o vilão e tenta destruir seu criador, que é salvo pelo filho Sam, que (também como era de se esperar) tenta trazê-lo de volta ao mundo real.
Alguns clichês são bem aparentes em Tron, como o garoto problemático que se torna o herói da história. No início da trama Sam é um jovem encrenqueiro que tenta invadir a própria Encom, empresa fundada por seu pai. Apenas quando começa a pesquisar sobre o desaparecimento de Kevin e é tragado para o mundo virtual, é que Sam muda um pouco seu comportamento e se torna o “mocinho” da história.
Tron – O Legado não empolga em sua história, mas compensa em efeitos visuais e 3D, que dá uma profundidade especial ao filme e ressalta os seus detalhes. As roupas e equipamentos foram cuidadosamente trabalhados dando um destaque ainda maior aos detalhes do filme. A atuação de Garret Hedlund não é tão boa quanto os críticos de Hollywood esperavam, mas a balança é novamente equilibrada com as presenças de Olivia Wilde, um show a parte em qualquer trabalho que participa e Jeff Bridges, um grande ator que sabe muito bem trabalhar em filmes que tem fãs exigentes.
O filme ainda traz a trilha sonora da dupla francesa Daft Punk, talvez os artistas mais “high tech” da cena eletrônica mundial.

 
  Resenha de : Tiago Castro

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Prometheus



    Prometheus é vendido como sendo a gênese de Alien – O oitavo passageiro, e foi com essa expectativa que adentrei a sala de cinema, isso acrescido do fato que era um filme sob a direção de Ridley Scott. A premissa da história até que é boa e conta a história de uma expedição científica espacial que busca encontrar o Criador, no caso aqui, “ os criadores da vida”.
    Dentro de tal mote, o roteiro se desenvolve de forma razoável, apesar de ficar nítida a influencia de Erich von Däniken, o autor do livro “Eram os Deuses Astronautas?”, na montagem da trama. Os protagonistas - Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e Charlie Holloway (Long Marshall-Green) – encontram diversos desenhos rupestres numa caverna na Escócia e acabam traçando “um  mapa” até onde se encontram os “Deuses Astronautas”. A partir desse momento, as novidades terminam. O que se vê são clichés já utilizados nos filmes da série “Alien”. Robô traidor, gravides alienígena,   ”soldados” que se sacrificam para salvar o planeta, etc.
    O filme, apesar de não ter a Ripley, personagem de Sigourney Weaver, a Doutora Shaw não deixa nada a deseja, apresentando-se como uma substituta a altura, e é ai que temas mais uma ver a falta de novidade. O que me pareceu foi que pegaram a formulinha e fizeram o filme.
    A cena do parto é impressionante, realizada em uma máquina futurista de operações cirúrgicas, mas também é, no meu ver o ponto fraco do filme, pois até afora fico me perguntando como a Sr. Shaw conseguiu sair correndo e fazer todas as peripércias que fez estando com um enorme corte no abdômen, fechado apenas por “Grampos”? Sei que é uma história de ficção, mas mesmo numa historia assim, o expectador deve ser “preparado” para aceitar o que vai ver como “possível”, mesmo que seja uma coisa extremamente absurda.
    Algumas pontas na trama ficam soltas, mas pode-se ver paulatinamento a montagem da cena que vemos em Alien – O oitavo Passageiro, quando entram na nave alienígena e encontram o corpo de um deles na posição em que morre em Prometheus.
    Bom lazer para quem gosta muito dos bichos asquerosos e com sangue acido, mas vá apenas para relaxar, sem se transformar num daqueles nerds fanáticos. Quanto a mim, esperava mais.

Resenha de L. H. Hoffmann