domingo, 3 de fevereiro de 2013

PERFIL DO AUTOR - Leonardo Brum

FEVEREIRO/2013
LEONARDO BRUM

 

Leonardo Brum iniciou na escrita no seu tempo de adolescência, quando surgiram os primeiros textos que lhe renderam menções honrosas em concursos literários. Na mesma época, nasceu a paixão pelo mistério, quase uma obsessão - nas palavras do autor - quando passou a devorar livros e filmes do gênero. Os primeiros esboços de histórias mais longas já davam mostras do estilo marcado pela trama criativa e envolvente, o suspense impactante onde o real e o imaginário se confundem, e o lugar-comum como o palco essencial da fantasia e do sobrenatural. Abordando temas diversos como o thriller psicológico, a realidade fantástica, o terror, vampirismo e Ufologia, Leonardo Brum explora as limitações humanas ante a situações incomuns e a coragem de superar os próprios medos e frustrações. Em suma, a irrealidade que gera uma reflexão para o mundo cotidiano.

                BIBLIOGRAFIA

 
        Leonardo Brum possui a seguinte bibliogrfia

         Ficção
         Um Mundo Perfeito (2010)

         Terra Cruz (2012)

         Prêmios
         2011 – Codex de Ouro
                      Melhor Obra Sobrenatural/Terror 2011 – Um Mundo Perfeito

           Booktrailers
           Terra Cruz
                http://www.youtube.com/watch?v=dQiAzewVPiA
 

Capa de alguns livros publicados

 

domingo, 27 de janeiro de 2013

OPINIÃO & DEBATE - Ficção Nacional é ruim?


Por L. H. Hoffmann
 
O ano de 2013 nem bem começou e o mercado editorial foi sacudido por uma polêmica que, apesar de antiga, vem travestida de novidade. Graças a dois artigos publicados no caderno “Ilustrada” do jornal “Folha de São Paulo”, a discussão sobre a publicação de romances nacionais vem tomando um vulto exagerado, calcada em informações incompletas e equivocadas, o que pode causar danos ainda maiores no já difícil processo de publicação de livros de ficção “made in Brasil”.
Diante dos artigos publicados no referido periódico faz-se necessário algumas ponderações, uma vez que se deve fazer comparações em condições equivalentes. Fica difícil vencer uma corrida onde seu adversário está equipado com uma Ferrari e você com um carro 1.000;
Para que o leitor entenda o que estou falando, sugiro que primeiro leiam as referidas publicações acessando os seguintes links:



Lidos tais artigos, partamos agora para uma análise dos dados e argumentos apresentados pelos colunistas e seus entrevistados.
No artigo assinado por Marcos Rodrigo a ficção nacional é apresentada como “um investimento ruim”, quando o correto seria “sem investimento”. As justificativas apresentadas, no meu ponto de vista, são equivocadas, dando a impressão que o produto “ficção nacional” é ruim. Isto posto, vamos analisar alguns desses argumentos.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

PERFIL DO AUTOR - CONTO - Sérgio Pereira Couto

AVISO AOS NOSSOS LEITORES: Devido ao fato do presente conto passar a ter sua publicação através de uma editora, fomos forçados a excluí-lo de nosso site, respeitando os Direitos Autorais dos envolvidos. Contudo, se os nossos leitores estiverem interessados a conhecer a presente obra, poderão adquiri-la através dos links no final desta postagem.
O Administrador.





À Venda em:
Dragonfly Editorial 
Amazon

PERFIL DO AUTOR - ENTREVISTA - Sérgio Pereira Couto



Dezembro 2012
SÉRGIO PEREIRA COUTO
 

Sérgio Pereira Couto é jornalista de dupla cidadania (portuguesa e brasileira). Escritor de livros de ficção, foi colaborador das revistas “Leituras da História”, “Ciência Criminal” e “Discovery Magazine”, além de editor-assistente de revistas de tecnologia como “PC Brasil” e “Geek!”. Tem textos e artigos publicados nas revistas “Galileu” e “Planeta”. Atualmente trabalha com as redações das revbistas “Histórias Oculta” e “Ciência Contra o Crime”, da Mythos Editora. É autor de mais de 35 livros, superando a marca de 120 mil exemplares vendidos somente no Brasil.

Fontes da Ficção – Sérgio, primeiramente, agradeço por nos conceder esta entrevista e começo pedindo para que fala um pouco do início de sua carreira como escritor.
Sérgio Pereira Couto – O prazer é meu poder falar sobre velhos conhecidos sobre meus trabalhos.

Fontes da Ficção – Bem, vamos às perguntas de praxe: Quais são suas principais influências literárias?
Sérgio Pereira Couto  – São várias, mas com certeza destaco algumas: Agatha Christie, Dashiel Hammett, Patricia Cornwell, a nossa Pagú, Kathy Reichs, Elizabeth George, geroges Simenon, entre outros grandes mestres policiais.

Fontes da Ficção - Do seu primeiro livro publicado (Sociedades Secretas) até seu ultimo trabalho (Mentes Sombrias), quais foram as principais mudanças que você pôde perceber no escritor Sérgio Pereira Couto e na Literatura Fantástica como um todo?
Sérgio Pereira Couto  – Bom, como não pertenço ao meio de literatura fantástica, não posso analisar com muito cuidado essa pergunta. Claro que clássicos como os de J.R.R. Tolkien estão sempre sendo analisados como épicos no estilo de um Beowulf, além do fato de Edgar Allan Poe ser considerado o pai da literatura policial atual. Nesse ângulo acho que o caminho para a litfan é sair do círculo vicioso dos gêneros ficção científica-fantasia-terror e começar a explorar outros gêneros, incluindo o policial, o suspense, etc.

Fontes da Ficção – Sérgio, em boa parte de suas publicações ficcionais, nota-se um fascínio pelo tema conspirações. Já as de não ficção, se é que podemos chamá-las assim, o tema gira em torno de música e sociedades secretas. São esses os ingredientes de sua escrita? Você tem algum estilo literário favorito? Qual?
Sérgio Pereira Couto  – Sim, são os componentes da minha receita, por assim dizer. O fascínio pelos classic rock sempre foi presente e procuro deixa-lo claro, pois sem ele não seríamos hoje nem mesmo roqueiros. Quanto às conspirações, bem, quem não gosta de uma, por mais bem embasada que possa parecer? Tem gente que até hoje discute de Jack o estripador até o assassinato de JFK e a chegada do homem à Lua. Não ter certeza de nada e “cheirar”, por assim dizer, conspirações até nas letras de sua banda predileta, são o meio habitat natural literário.

Fontes da Ficção – O que você acha do cenário literário brasileiro no geral?
Sérgio Pereira Couto – Acho que ainda precisa crescer e amadurecer muito. As pessoas que dele participam precisam desenvolver um senso maior de comunidade, que lá fora existe aos montes, mas aqui, infelizmente, ainda não corresponde. Soube de editoras que tiveram uma queda terrível de vendagem desse tipo de literatura porque os leitores atuais, quando não escrevem por conta própria, prestigiam os internacionais e desprestigiam os nacionais. E isso é uma pena, pois tem pessoas muito interessantes do meio que mereciam uma chance de aparecer.