segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

UNIVERSO DC - Colecionáveis



          Confesso que não sou o que se pode chamar de Nerd, mas não nego minha paixão por Gibis, em especial os de Super-Heróis. Por isso fiquei fascinado quando me deparei com o primeiro volume da Coleção Super-Heróis DC em uma banca de jornal da capital Paulista. Depois de comprar o número 01 da coleção, que tem o Batman como personagem de destaque, acabei por visitar o site da editora britânica Eaglemoss, que chega ao Brasil lançando algumas coleções para os aficcionados em quase tudo.
A editora, além da coleção Super-Heróis DC Comics, que chegou ao Brasil acompanhada de uma forte campanha promocional da televisão – não sei porque isso me passou despercebido – também assumiu a Coleção Super-Heróis Marvel, inicialmente editada pela Panini.
Cada fascículo, de vinte páginas, traz um histórico do personagem, seus poderes, equipamentos, parceiros e maiores inimigos. Mas o que realmente justifica a coleção são as miniaturas que acompanham os fascículos. Moldadas em metal, numeradas e pintadas à mão, reproduzem em escala realista o personagem abordado pela edição. A coleção original completa, publicada pela editora britânica Eaglemoss, em seu país de origem, conta com 120 miniaturas, entre as quais diversos vilões do universo DC.
No Brasil, a Eaglemoss oferece um serviço de assinaturas que, como vantagens, entrega capas para os fascículos, expositores para as miniaturas e dois modelos adicionais exclusivos, que são realmente muito tentadores. O primeiro número tem o preço promocional de R$17,95, valor que deve ser substancialmente majorado a partir da edição seguinte, que tratará nada passa para R$ 39,90 a partir do segundo fascículo, o do Superman, em seu uniforme clássico.
A Eaglemoss tem, em seu catálogo original, coleções de miniaturas de diversas outras franquias desejadas. Para saber mais, visite o site da editora no Brasil (www.eaglemoss.com.br), mas tome cuidado para não acabar gastando demais, pois é uma graaaande tentação.
 
Por: J. Modesto

domingo, 6 de outubro de 2013

O QUE É STEAMPUNK?

 
      O steampunk surgiu em meados de 1980 em meio a romances ciberpunk que vinculavam naquele período. Histórias de universos paralelos narrando aventuras com personagens conhecidas ou não, que de alguma forma mudaram algum detalhe no passado o que proporcionou mil e uma idéias e invenções que, de outra maneira, não teriam tomado forma.
       Assim, no conteúdo dessas histórias extraordinárias e convidativas encontramos Santos Dumont ainda vivo e melhorando seus inventos, ou a influência da Rainha Vitória em organizações militares que nunca existiram, mas que ali, naquele universo atuam e dirigem a história de forma fantástica e assombrosa. Personagens criativas interagem com grandes personalidades da história em todos os países do mundo. Dessa forma a tecnologia a vapor desenvolveu-se de maneira astronômica levando o homem aos astros enquanto a eletricidade surgiu timidamente e convivendo pacificamente com o vapor.
         Como exemplos de steampunk temos filmes como: “As Loucas Aventuras de James West”, “A Liga Extraordinária”, “Rocketeer” e o recente “9 – A Salvação”.
         Já na literatura temos nomes de peso como Julio Verne e William Gibson & Bruce Sterling. No campo da escrita brasileira, podemos encontrar antologias voltadas para o tema, como “Vapor Punk”, da Draco e “Steampunk”, da Tarja Editorial. É um gênero que trás um estilo novo vestido de antigo valorizando o passado sem esquecer-se do futuro.
Matéria: L. H. Hoffmann
Fontes: Conselho Steampunk

Saiba mais:
Conselho Steampunk:
http://sp.steampunk.com.br/

 

NOVO ROBOCOP

 
Direção: José Padilha
Gênero: Ação
Distribuidora: Sony Pictures

       Previsto para estreiar nas telas brasileiras no inicio do ano (21 de Fevereiro de 2014), o remake do filme ROBOCOP, filmada por Paul Verhoeven em 1987, tem como diretor o brasileiro José Padilha, responsável pelos elogiadíssimos ‘Ônibus 174‘ e ‘Tropa de Elite 1 e 2‘, ambos de produção nacional. Debutando em Hollywood, Padilha nos trás uma produção cujo custo atingiu um orçamento de US$ 80 milhões.
       Esse novo Robocop tem no elenco nomes de peso, como Gary Oldman e Samuel L. Jackson e trás modificações consideráveis à história original, filmada por Paul Verhoeven em 1987. A trama agora se passa em um futuro próximo, em que os Estados Unidos estão empregando robôs na linha de batalha de conflitos internacionais. Por conta da proibição do uso dos equipamentos nos EUA, um policial acidentado, vivido por Joel Kinnaman, é transformado em ciborgue. Vamos esperar para conferir se esse remake conseguirá revitalizar o personagem ou fará companhia a fracassada refilmagem d’O Vingador do Futuro.
Resenha: L. H. Hoffmann
 

sábado, 17 de agosto de 2013

ASSASSIN'S CREED - RENASCENÇA


Titulo: Assassin's Creed - Renascença
Título Original: Assassin's Creed - Renassance
Autor: Oliver Bowden
Eitora: Galera Record
Páginas: 378
ISBN: 9788501091338
Gênero: Aventura
 
     A narrativa do livro se passa na conturbada Itália Renascentista, mas precisamente no ano de 1476, em Florença. O protagonista é  Ezio Auditore, tendo como seu principal adversário Vieri de'Pazzi. O confronto entre ambos se estende para além dos limites de Florença numa trama conspiratória de ódio, vingança e poder, que se espalha por Veneza, chegando até o Vaticano.
     Ezio se torna um Assassino, para vingar a honra de sua família e destruir a organização chamada Templários. Mas o que tem a ver os Templários com a estória? Bem, isso vocês vão ter que ler o livro para saber, pois se contar, estrago a surpresa.
     RENASCENÇA é o primeiro dos livros baseados no famoso videogame homônimo lançado pela Ubisoft, o qual é sem dúvida uma excelente diversão.
    O livro tem um bom acabamento e a capa retrata a essência da do game. A narrativa é focada na ação e com a perspectiva acompanhando Ezio Auditore, apresentando diversos personagens, alguns históricos, dentre os quais se destaca Leonardo DaVince.
     O ritmo do livro é rápido e os vilões se sucedem, tendo como principal oponente a organização Templários. Em suma, Assassin's Creed, tal qual o game, é uma boa diversão. Recomendado.

Resenha por J. Modesto