segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CAÇADORA (HELENA JANICE BERTINELLI)



photographed-by-Riddle

NOME ORIGINAL: HUNTESS
PAÍS: Estados Unidos da América
CRIADOR(ES): Joey Cavalieri e Joe Staton.
DATA DA CRIAÇÃO: 1996.
PRINCIPAIS INIMIGOS: Variedade de inimigos, sendo muitos deles os mesmos da Batman, tais como Coringa, Bane, e charada.

PODERES: Super atleta e artes marciais
FRAQUEZAS: Instabilidade emocional.

HISTÓRICO DO PERSONAGEM: A Caçadora da Era moderna é Helena Janice Bertinelli (3ª personagem a utilizar o nome de Caçadora), a qual foi a última sobrevivente do ataque à família Bertinelli quando, aos oito anos, presenciou a morte de sua familia, pela mão do assassino Omerta, a comando de Mandrágora. Após o incidente, foi mandada para a Sicília, para viver com seus primos, os Asaros, uma família de assassinos. Jurando vingança, seu primo Sal ensinou Helena a lutar e também a usar uma grande variedade de armas. Logo após seu primo e seu tio serem mortos pela máfia, ela foi mandada a Suíça, e jurou terminar com as guerras no submundo, incluindo a máfia.
Com 16 anos, foi à Gotham para participar de uma festa de seu tio materno, Tomaso Panessa (que tinha envolvimento com a máfia), e teve seu primeiro encontro com Batman, entrando na festa e espalhando medo pelos seus detestados parentes. Planejando seguir carreira como uma justiceira, logo entrou em uma faculdade onde estudou a máfia. Quando se formou, voltou à Gotham para se tornar a Caçadora.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

SERES FANTÁSTICOS - UNICÓRNIO


NOME ORIGINAL: A origem do tema do unicórnio é incerta e se perde nos tempos. Significa Único Corno/Chifre.
PAÍS: indeterminado.
CARACTERISTICAS: Unicórnio, também conhecido como licórnio, é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los. 

HISTORICO: Acredita-se que o Elasmotherium Elasmotherium ou rinoceronte-de-chifre-grande viveu há 200 mil anos durante o Pleistoceno. Era um parente próximo dos atuais rinocerontes porém era três vezes maior, seu chifre podia chegar a quase 2 metros de comprimento, deu origem ao mito moderno do Unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.
Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.
          Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado por locais onde homens caçavam o animal. Fadlan, inclusive, afirma ter visto potes feitos com chifres do unicórnio. 


FATOS REAIS: Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio. As ossadas encontradas na Alemanha eram possivelmente de Mamute com outros animais, montados por humanos de forma equivocada.
A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com firmeza. Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época e grande cientista (ao nível de Sir Isaac Newton), que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.
As presas de narvais capturados nas águas do Ártico circulavam por toda a Europa medieval como prova da existência de unicórnios. Tais presas seriam dotadas de poderes mágicos e curativos. 


TELEVISÃO E CINEMA: Alguns filmes que o tema envolve Unicórnio.

            - Série de animação A Caverna do Dragão (Dungeons and Dragons – 1983 a 1985)
            - O último Unicórnio (The Last Unicorn – 1982)
            - A Lenda (Legend – 1985) 

SAIBA MAIS: Algumas fontes para pesquisa.
            - Manual de Zoologia Fantástica – autor: Jorge Luis Borges

domingo, 26 de outubro de 2014

LARA CROFT


Cosplayer: Jenncroft - foto Charbuul
NOME ORIGINAL: LARA CROFT MANDY DEMONAY
PAÍS: Estados Unidos da América
CRIADOR(ES): Toby Gard.
DATA DA CRIAÇÃO: 1996.
PRINCIPAIS INIMIGOS: Variedade de inimigos, incluindo rivais, gangsters, animais perigosos (inclusive dinossauros), criaturas lendárias e seres sobrenaturais.

PODERES: Na maior parte das aparições, Lara exibe um nível excepcionalmente elevado na habilidade de luta, particularmente com armas de fogo. Em Legend, por exemplo, ela é capaz de lutar sozinha em seu caminho contra um pequeno exército de mercenários.
        No filme Lara Croft: Tomb Raider, uma fotografia pode ser vista mostrando Lara no centro de uma unidade militar. Isto, junto com outras frases dos filmes ("Nascidos em Riqueza. Limpos pela Elite. Treinados para Combater."), sugere que ela pode ter tido experiência militar formal. Porém, nenhum dos jogos menciona ou indica serviço militar, tornando esta explicação exclusiva para o passado de Lara nos filmes. Mas no jogo legend mostra sua roupa militar na inglaterra como sendo das forças especias inglesas a SAS de onde vem o seu reforço de ultima hora. Especialista em armas, tanto de fogo como brancas.

FRAQUEZAS: Lara Croft tem as mesmas fraquezas de uma pessoa comum. Apesar de suas habilidades fisicas e ser especialista em armas, ela não possui nenhum tipo de superpoder.

HISTÓRICO DO PERSONAGEM: Lara Croft quando tinha nove anos de idade, sobreviveu a um acidente de avião na Cordilheira do Himalaia, onde a mãe dela foi dada como desaparecida. Depois de resistir a uma caminhada de 10 dias até Katmandu, Lara passou o resto de sua infância sendo criada pelo seu pai, o arqueólogo Richard Croft o Conde de Abbingdon. aos 18 anos depois da morte de seu pai, Lara herdou os bens da família se tornando A Condessa de Abbingdon.
Lara é geralmente apresentada como uma inteligente, atlética e às vezes imprudente inglesa de nobre origem que viaja pelo mundo em busca de artefatos inestimáveis. Conhecida como arqueóloga e aventureira, ela frequentemente se aventura em antigas, e muitas vezes perigosas, tumbas e ruínas. Além de armadilhas e quebra-cabeças, Lara encontra uma variedade de inimigos, incluindo rivais, gangsters, animais perigosos (incluindo dinossauros), criaturas lendárias e seres sobrenaturais.

 
O HERÓI NA MÍDIA: Toby Gard, o homem por trás de Lara Croft, pode parecer peculiar para uma fatia masculina da população que transborda testosterona; afinal, ele queria uma protagonista bela, claro, mas nunca apreciou a exploração em cima da figura de uma "sex symbol". Para ele, Lara é uma aventureira, antes de tudo.
            Tanto que, depois de criar o conceito do personagem e da série Tomb Raider, Gard não ficou nem um pouco feliz com o modo que Lara foi vendida em Tomb Raider II, a ponto de deixar o estúdio. A volta para o mundo de Miss Croft aconteceu lentamente para Gard. Apesar de ter dirigido Tomb Raider para Xbox, Toby foi contratado somente como um consultor para Tomb Raider: Legend.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

SERES FANTÁSTICOS - BRUXAS


NOME ORIGINAL: O vocábulo "Bruxa" é de origem desconhecida, provavelmente de origem pré-Romana. No entanto, existe uma provável relação com os vocábulos proto-celtas: *brixtā (feitiço), *brixto- (fórmula mágica), *brixtu- (magia); ou o Gaulês: brixtom, brixtia do qual deriva o nome da deusa Gaulesa Bricta ou Brixta.
PAÍS: Principalmente os países de Cultura Cristã
CARACTERISTICAS: é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha, nariguda e encarquilhada, exímia e contumaz manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terrível. É inegável a conexão entre esta visão e a visão da Hag ou Crone dos anglófonos. É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia. 

HISTORICO: Às bruxas são retratadas em registros da Idade Média, incluindo histórias infantis que permaneceram em evidência até os dias atuais. Admite-se uma ressalva: elas parecem ter existido apenas no imaginário popular como uma velha louca por feitiços enigmáticos, surgidas na esteira de uma época dominada por medos, quando qualquer manifestação diversa ou mesmo a crença na inexistência de bruxas da forma retratada pelas autoridades clericais eram implacavelmente perseguidas pela Igreja.
A feitiçaria é citada desde os primeiros séculos de nossa era. Autores como o filósofo grego Lúcio Apuleio (123-170 d.C.) fazia alusão a uma criatura que se apresentava em forma de coruja (Hécate), que na verdade era uma forma descendente de certas mulheres que voavam de madrugada, ávidas de carne e sangue humanos. Para os intelectuais, estes acontecimentos não passavam do imaginário popular, sonhos, pesadelos e, assim, recusavam-se a admitir a existência de bruxas. Porém, entre muitos povos não era assim: os éditos dos francos salianos falavam da Estrige como se ela existisse de fato. Os penitenciais atestavam a crença nessas mulheres luxuriosas. No início do século XI, Burchard, o bispo de Worms, pedia aos padres que fizessem perguntas às penitentes no intuito de descobrir se eram seguidoras de Satã.
Até ao século XIII a Igreja não condenava severamente esse tipo de crendice. Mas nos século XIV e XV, o conceito de práticas mágicas, heresias e bruxarias se confundiram no julgo popular graças à ignorância. Eram, em geral, mulheres as acusadas. Hereges, cátaros e templários foram violentamente condenados pela Inquisição, tomando a vez aos judeus e muçulmanos, que eram os principais alvos da primeira inquisição (século XIII).